quinta-feira, 12 de junho de 2008

First

Não foste este o primeiro. Mais um ser deambulante como qualqer outro. Os mesmo sentimentos e opções multiplicados ou divididos por forças diferentes!

Sou uma criança que nada sabe, alguém que ambiciona tudo saber, mas sei que é utópico. Mas, não é tudo aquilo que vivo ou escrevo um sonho? Não estarei eu a sonhar? Um sonho em que o que escrevo serve como o alívio que preciso para respirar?



Nada tenho
E tudo quero
Mas, tudo o que vou querendo,
Vou tendo

Tic-Tac. Tic-tac.
Umas vezes lento
Outras à velocidade de uma luz
Mas depois, logo outro me seduz
E aí, perco todo o alento!



Hoje o lado é negro. A escrita merece uma borracha por cima. Todavia, a borracha de que falo é a que quero na minha vida. Gostaria de ter o poder de apagar certos objectos, pensamentos, lugares, pessoas e músicas do meu mundo! Não o mundo de todos, o meu... Aquele que permanece só na minh cabeça e a que os tolos tendem a chamar imaginação...

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